Processo Chega ao TRE-RJ e Clima Já é de “Arrumar as Malas”: Política Local Pode Ter Novo Capítulo
O tabuleiro político de Bom Jesus do Itabapoana pode estar entrando em modo “últimos capítulos”. Chegou ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) o processo nº 0600375-81.2024.6.19.0095, uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) que trata de candidatura fictícia — tema que, diga-se de passagem, tem tirado o sono de muita gente Brasil afora.
O processo foi recebido no TRE-RJ no dia 09 de fevereiro e já se encontra no gabinete da desembargadora eleitoral relatora Manoela Augusta Martins Rodrigues Dourado. Traduzindo para o “juridiquês político”: quando chega nesse estágio, é porque o jogo ficou sério.
Nos bastidores, já tem gente olhando previsão do tempo em Brasília e no Rio, conferindo tamanho de mala e, segundo comentários de corredor, até vendo qual secretaria tem cadeira mais confortável.
E os nomes que aparecem no radar?
👉 Pedro Renato
👉 Fabrício Cadei
⚖️ Quando a Justiça Eleitoral Resolve Ser Técnica (E Rápida)
Se alguém ainda acha que esse tipo de processo é “só mais um”, vale olhar o histórico recente.
A Justiça Eleitoral vem sendo cada vez mais dura e técnica nos casos de fraude à cota de gênero — principalmente quando aparece aquele famoso “candidato ou candidata que só existia no papel”.
E não é teoria. É jurisprudência.
📍 Exemplos do Rio de Janeiro (E Não São Poucos)
No próprio TRE-RJ, já houve várias decisões pesadas:
➡️ Em São Gonçalo, o TRE-RJ cassou mandato de vereador após reconhecer fraude à cota de gênero, com anulação dos votos do partido e inelegibilidade de candidatas fictícias.
➡️ Em Laje do Muriaé, a Corte cassou diplomas de vereadores após comprovar candidatura registrada apenas para cumprir número legal, sem campanha real e sem votos.
➡️ Em Piraí, houve anulação dos votos do partido e cassação de vereador eleito após confirmação de candidatura usada apenas para “fazer número”.
➡️ Em Engenheiro Paulo de Frontin, o TRE-RJ também cassou diploma de vereador e anulou votos após reconhecer fraude estrutural na chapa proporcional.
➡️ Em São Fidélis, a decisão do TRE-RJ foi mantida pelo próprio TSE, com cassação de mandato e inelegibilidade dos envolvidos.
➡️ Em Iguaba Grande, o TSE confirmou cassação de vereador por fraude à cota de gênero, mantendo decisão do TRE-RJ.
Ou seja: não é exceção. Está virando padrão.
🎭 Enquanto Isso, Nos Bastidores…
Já sabendo desse cenário — e de que a Justiça anda com lupa em um olho e microscópio no outro — a informação que circula é curiosa.
Segundo bastidores políticos:
• O atual secretário de Esporte estaria apenas “esquentando a cadeira”.
• Um dos nomes citados já teria outro emprego engatilhado.
• E, segundo fontes, existe movimentação política para garantir espaço administrativo caso o cenário eleitoral azede de vez.
E tem mais: comenta-se que a Secretaria de Esporte pode virar uma espécie de “porto seguro político”, com orçamento suficiente para abrigar futuros desalojados da política eleitoral.
Coincidência?
Estratégia?
Ou apenas planejamento “preventivo”?
Deixamos para o leitor decidir.
📉 O Clima Nacional Não Ajuda Quem Está no Radar
O que se vê hoje é uma linha clara:
👉 candidatura fictícia →
👉 nulidade dos votos →
👉 cassação de mandatos →
👉 inelegibilidade →
👉 recontagem eleitoral →
👉 mudança de cenário político
E tudo isso com decisões cada vez mais técnicas, baseadas em prova documental, financeira e comportamento de campanha.
🧭 Moral da História Política (Versão Sarcástica)
Na política brasileira atual, tem três coisas que andam perigosas:
✔ Candidatura só de fachada
✔ Prestação de contas “magra demais”
✔ Campanha onde o candidato pede voto… para outro candidato
📌 Agora é Esperar o Próximo Capítulo
O processo está no TRE-RJ.
A relatoria já está definida.
E os bastidores… bem… esses continuam mais movimentados que grupo de WhatsApp em véspera de eleição.
Se vai dar em pizza, cassação, recurso ou mudança de cenário político?
A resposta vem — e pode vir mais rápido do que muita gente gostaria.
Fonte : TRE RJ




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