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Com Thiago Rangel na Berlinda, Muro em Bom Jesus Já Está Pequeno pra Tanto Pulo

Com Thiago Rangel na Berlinda, Muro em Bom Jesus Já Está Pequeno pra Tanto Pulo

Se alguém ainda tinha dúvida de que o clima político em Bom Jesus mudou… basta olhar pro muro. Está quase rachando de tanta gente pulando de um lado pro outro. Tem vereador que já virou atleta olímpico — salto em distância, salto com vara e, claro, salto estratégico.

Enquanto isso, lá em Brasília, o Tribunal Superior Eleitoral segue fazendo o que muita gente por aqui estava fingindo que não ia acontecer: deixando a investigação andar.

O caso envolve Fábio Pourbaix Azevedo, apontado como ex-assessor do deputado estadual Thiago Rangel. E não é qualquer investigação, não. Estamos falando de suspeita de compra de votos com direito a apreensão de R$ 39 mil em dinheiro vivo, material de campanha e anotações que mais parecem “caderninho da democracia paralela”.

TSE dá sinal verde para continuidade

O TSE formou maioria para manter a legalidade da abordagem policial feita em 2022, em Natividade. Ou seja: nada de anular prova, nada de “foi mal, tava no carro errado”. A abordagem foi considerada legal e o material apreendido segue valendo.

O relator Antonio Carlos Ferreira votou contra o recurso da defesa, sendo acompanhado por Ricardo Villas Bôas Cueva, Nunes Marques, André Mendonça, Cármen Lúcia e Estela Aranha. Falta apenas um voto, mas, na prática, o recado já foi dado.

E em Bom Jesus?

Aqui, o efeito é imediato. A turma ligada a Rangel já está, como dizem por aí, com “um pé e dois joelhos fora do barco” — e isso já não é de hoje. Agora, com o avanço no TSE e as denúncias sendo apuradas pela Polícia Federal, o cenário ficou ainda mais… digamos… desconfortável.

Tem gente que já não esconde: está só “costeando o alambrado”, esperando a melhor hora pra pular de vez. Outros já pularam, mas ainda fingem que estão do mesmo lado — vai que dá tempo de voltar, né?

A pergunta que fica

A pá de cal vem de onde?
Do desdobramento no TSE ou das investigações da PF?

Porque, convenhamos, quando Brasília começa a apertar, o interior costuma sentir rapidinho.

E quem deve estar rindo?

Se tem alguém acompanhando tudo isso com um sorriso discreto (ou nem tanto), esse alguém é Jair Bittencourt. Depois de levar a primeira pancada lá atrás, agora começa a ver o jogo virar — e, pelo visto, com juros e correção.

No fim das contas, uma coisa é certa:
em Bom Jesus, o vento mudou…
e tem muita gente correndo pra não ficar do lado errado da história.

Fonte: Agenda do Poder/ Edição da matéria: Redação Blog Wisley Fernandes

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