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Enquanto Uns Bancam Festa de Família, Outros Investem em Cultura e Segurança em Rosal

Enquanto Uns Bancam Festa de Família, Outros Investem em Cultura e Segurança em Rosal

A nova fase de transparência nas emendas parlamentares começa a mostrar, na prática, para onde está indo o dinheiro público — e isso vale tanto para críticas quanto para reconhecer iniciativas positivas.

E dentro desse novo cenário, o distrito de Rosal traz exemplos que merecem ser registrados.


Exemplos que merecem reconhecimento

Os vereadores Acácio Teixeira e Sérgio Crisóstomo destinaram parte de suas emendas para áreas diretamente ligadas à comunidade local, como cultura, segurança e eventos tradicionais.

Entre os destinos das emendas, estão:

  • Instalação de câmeras de segurança no Distrito de Rosal
  • Encontro da Terceira Idade em Rosal
  • Festa do Carro de Boi
  • Lira 14 de Julho
  • Festa da Consciência Negra de Rosal

No caso do vereador Acácio Teixeira, por exemplo, foi destinada emenda de cerca de R$ 10 mil para instalação de câmeras de segurança, além de recursos para eventos culturais e tradicionais do distrito.

Já o vereador Sérgio Crisóstomo, além de apoiar a Lira, também destinou recursos para a Festa da Consciência Negra de Rosal, evento importante dentro do calendário cultural e social da comunidade.

Também aparecem recursos voltados para melhorias estruturais, como intervenções e obras que impactam diretamente a rotina dos moradores, como demandas em áreas como Barra e Calheiros.

São ações que dialogam diretamente com:

✔ Segurança pública
✔ Cultura local
✔ Tradição histórica
✔ Convivência comunitária


Quando a prioridade vira questionamento

Por outro lado, a transparência também evidencia decisões que geram debate.

Um dos exemplos é a emenda destinada pelo vereador Pedro Renato para o Encontro da Família Borges.

E aqui entra o ponto de reflexão pública.

Cultura é patrimônio coletivo.
Segurança é necessidade pública.
Evento familiar é evento privado.

Se não fosse recurso público, seria apenas uma escolha pessoal.
Mas sendo dinheiro público, vira debate sobre prioridade administrativa.

A impressão que fica é que, em alguns casos, há confusão entre cultura e confraternização familiar.

E, dentro da atuação parlamentar, quando tudo vira festa, a população naturalmente começa a questionar se as prioridades estão corretas.


Transparência muda o jogo

A nova exigência de transparência permite que o cidadão acompanhe com mais clareza:

  • Quem destinou a emenda
  • Para onde foi o recurso
  • Quem recebeu
  • Como será executado

Isso fortalece o controle social e reduz espaços para decisões que não dialogam diretamente com o interesse coletivo.


O debate é necessário

É importante deixar claro:
Transparência não é perseguição política.
Transparência é obrigação administrativa.

E mais do que apontar erros, também serve para reconhecer quando o dinheiro público está sendo aplicado em áreas que realmente impactam a vida da população.


Seguimos acompanhando.

Porque dinheiro público tem dono:
👉 A população.


Fonte: Dados públicos e Portais da Transparência.

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