O PROFESSOR TRABALHA, O SUBSECRETÁRIO FAZ POLÍTICA COM CONTRACHEQUE DE R$ 9 MIL
Enquanto o professor de 30 horas trabalha… o subsecretário parece ter escolhido outro “currículo”.
Isso mesmo. De um lado, o professor que encara o mês inteiro com dedicação — salas precárias, estrada de chão, falta de material, desafios diários e, no fim, um contracheque que mal chega aos R$ 5 mil. Do outro, o subsecretário que, só em março, recebeu R$ 9.176,17… e encontrou tempo de sobra — em pleno horário de expediente — para marcar presença em eventos políticos.
E não foi só um, não.
O senhor Lucas, apadrinhado pelo vereador Haroldo Garcia, já soma três agendas políticas no mês — tudo isso enquanto deveria estar cumprindo sua função na Educação. Coincidência? Ou virou rotina mesmo?
Fica o contraste: enquanto o professor está dentro da sala tentando fazer milagre com o pouco que tem, tem gente na gestão que parece mais preocupada com palanque do que com planejamento educacional.
A pergunta agora vai direto para o prefeito Paulo Sérgio Cyrillo:
O senhor, que faz questão de mostrar nas redes sociais sua presença em formaturas e eventos escolares, que aparenta valorizar tanto a Educação… está acompanhando essa situação?
Ou vai fingir que não vê um subsecretário, com salário de mais de R$ 9 mil, batendo perna em evento político em horário de trabalho?
Porque, convenhamos… o professor lá na ponta está vendo. E, mais do que isso, está sentindo.
Fica aqui a nossa solidariedade a todos os professores, que enfrentam a realidade dura da educação pública e ainda precisam assistir a esse tipo de situação — no mínimo, desrespeitosa.
Em tempo: tenho certeza absoluta que a secretária Mônica não compactua com isso. Afinal, a conhecemos bem para saber o tamanho constrangimento que ela deve estar passando com essa situação.
Fonte: Portal da Transparência / Instagram Vereador Haroldo Garcia

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