🎓 Educação ou Turismo? O Subsecretário “Garoto Viagem” e o Expediente Fora da Secretaria
Se alguém ainda tinha dúvida sobre as prioridades dentro da Secretaria de Educação, talvez seja hora de rever os conceitos. Porque, ao que tudo indica, está sobrando tempo — e faltando serviço.
O protagonista da vez é o subsecretário de Educação, Lucas Alexim. Sim, ele mesmo: o “moço bomba” que passou pela Secretaria de Saúde e foi rapidamente despachado após a repercussão da farra dos combustíveis e peças. Agora, em novo endereço e com um salário de R$ 6.882,20 por mês, parece ter encontrado um tipo diferente de rotina… digamos, mais “itinerante”.
Fontes indicam que, depois que a secretária Mônica resolveu cortar asas — e possivelmente acordos — dentro da pasta, o expediente do subsecretário ficou mais leve. Tão leve que ele resolveu reforçar uma função que, na prática, nunca abandonou: a de assessor informal do vereador Haroldo.
Aliás, informal nem tanto. A indicação para o cargo, como se sabe nos bastidores, partiu justamente do vereador. Ou seja, o “número 2” da Educação já entrou no cargo com destino certo — e não era exatamente uma sala cheia de demandas educacionais.
📍 O resultado? Um subsecretário que mais parece “garoto viagem” de vereador.
Registros em fotos e vídeos mostram o subsecretário acompanhando o parlamentar em diversas viagens. E não, antes que alguém tente justificar, este blog já apurou: não se trata de agendas oficiais da Secretaria de Educação.
Resta então a pergunta:
👉 O que exatamente faz um subsecretário de Educação fora do município, acompanhando vereador, sem agenda institucional?
Enquanto isso, na vida real:
– Professores seguem enfrentando desafios diários em sala de aula;
– Estruturas educacionais pedem melhorias;
– E profissionais da educação, em sua maioria, passam longe de salários como esse — e mais longe ainda de qualquer carro à disposição para “bater perna” por aí.
Mas aparentemente, para alguns, a Educação virou só o endereço no contracheque.
E enquanto o subsecretário parece ter encontrado uma nova “função” fora da Secretaria, o vereador em questão também tem pautas bem mais urgentes — ou pelo menos deveria ter.
Como, por exemplo, a votação do veto do prefeito sobre a questão da água, tema que impacta diretamente a população. Mas, curiosamente, nos bastidores, as boas línguas já cochicham: o vereador estaria entre os “articuladores” para manter o veto.
Coincidência ou não, uma foto recente já começa a dar o tom da conversa.
Nela, o vereador aparece ao lado do presidente do CIDENF e da prefeita Geani, de Cardoso Moreira — município que, vale lembrar, aceitou a privatização dos serviços de água.
Aí fica aquela dúvida que não quer calar:
👉 Foi agenda institucional… ou uma visita estratégica para “trocar experiências”?
👉 Ou melhor: pedir conselhos sobre como conduzir o mesmo caminho por aqui?
💭 Ficam as perguntas que não querem calar:
– O vereador já não conta com assessor na Câmara?
– É mesmo necessário “recrutar” um subsecretário bem remunerado para acompanhá-lo em viagens?
– E, principalmente: quem autorizou transformar um cargo público em espécie de “passe livre” com dinheiro do contribuinte?
Enquanto isso, o apadrinhado segue desfilando — inclusive pelo Rio de Janeiro — com direito a registros públicos dessa verdadeira excursão patrocinada.
📸 Porque quando o trabalho não aparece… a imagem fala por si.







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