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Thiago Rangel pergunta “cadê meu grupo?” — mas até o asfalto já sabe a resposta

Thiago Rangel pergunta “cadê meu grupo?” — mas até o asfalto já sabe a resposta

A visita foi anunciada como estratégica, mas acabou soando como episódio repetido de uma novela que o eleitor bonjesuense já conhece bem. Desta vez, o protagonista é o deputado estadual Thiago Rangel, que apareceu em Bom Jesus com uma pergunta ecoando nos corredores e nos grupos de WhatsApp: cadê meu grupo?

As más — e sempre bem informadas — línguas bonjesuenses garantem que o abacaxi da vez sobrou para Léo Gás. Do famigerado grupão de seis vereadores, apenas quatro deram as caras. E, para apimentar o enredo, dois deles já estão com o pé fora da canoa, esperando só mais um capítulo policial para declarar, com ar de surpresa ensaiada, que “ficou difícil continuar na campanha”.

O clima anda tão previsível que até o asfalto já percebeu. Não por acaso, anda se esfarelando por aí — igualzinho ao grupo de vereadores do deputado.

Dizem que Thiago Rangel não veio passear. Veio cobrar compromissos. Até agora, o único fiel nessa empreitada tem sido o secretário de Obras, que acumula funções: além de tocar a pasta, virou fiel escudeiro político e, claro, descascador oficial de abacaxis.

Mas informação boa não chega por e-mail institucional; chega por WhatsApp. E o que corre é que o deputado tentou garantir à base que estava tudo certo — igualzinho à base do turista Murillo Gouveia. Aquela foto clássica: todos sorridentes… e, no final, sobraram só Léo Gás e Pedro. Sim, o vereador que anda indicando alguns agregados difíceis até de cumprir ponto, segundo relatos. Há quem diga que a esperteza passou do limite e já anda passando a perna até em gente poderosa da política. O detalhe? Os cargos agora chegam em nível estadual.

Enquanto isso, Murillo Gouveia segue perdendo aliados importantes em Bom Jesus. E o ditado não falha: o tempo até perdoa a traição; não perdoa o traidor. Murillo tinha uma base sólida e menos desgastante com Branca Motta. Mudou de lado e hoje já não tem prefeito, presidente da Câmara e nem parte dos antigos aliados.

Para completar a feira, o abacaxi número dois também caiu no colo do secretário de Obras. Diante de tanto fruto passado, talvez seja melhor pedir um facão emprestado. Porque descascar tanto abacaxi velho não é tarefa para qualquer um.

E vem mais por aí. Juntando informações, este blog vai trazer em breve o que está por trás dessas obras do INEA, incluindo a promessa de votos ao secretário e pré-candidato Bernardo Rossi e à filha de Thiago Rangel.

Em Bom Jesus, a novela continua. Só mudam os atores — o roteiro, esse, é sempre o mesmo.

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